Glauber Rocha e a memória nacional.(2)
dirigido pelo professor Germano Machado. Escreve o balé “Sefanu” e freqüenta ativamente o Clube de Cinema, animado pelo crítico Walter da Silveira.Em 1955, Glauber dirige as encenações do grupo “Jogralescas Teatralizações Poética”, idealizado pelo poeta Fernando Rocha Peres, combinando poesia e teatro. Do grupo, encena poetas modernistas como Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade, participam a irmã de Glauber Anecy Rocha, Ângelo Roberto, Paulo Gil Soares, Calasans Neto, Anysiys Melhor, Guerrinha, entre outros. No ano de 1956, Glauber, Calasans Neto, Sante Scaldaferri, Luis Paulino, Zé Telles, Fernando da Rocha Peres, Fred Castro entre outros, fundam a Cooperativa Cinematográfica Yemanjá. Como Palavra de Ordem, pixam nos muros da cidade: “Você acredita em Cinema na Bahia!”. Glauber colabora no filme “Um dia na Rampa”, curta-metragem de Luiz Paulino dos Santos rodado no Mercado Modelo de Salvador.Em 1957, Glauber viaja para Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Belo Horizonte encontra Adolfo Celi, Paulo Autran e Tonia Carrero. Visita o Centro de Estudos Cinematográficos (CEC) e entra em contato com Frederico de Moraes, Maurício Gomes Leite, Flávio Pinto Vieira, Fritz Teixeira Salles e Geraldo Fonseca, responsáveis pelas edições da Revista de Cinema e Revista Complemento.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário